2 de abril de 2010

Professores cruzam os braços na rede estadual paulista e na Universidade de Brasília; no Rio, houve paralisação de 24 horas na última quarta-feira

O mês de abril começa sem aulas para estudantes das escolas estaduais paulistas e da Universidade de Brasília (UnB). Professores de ambas as redes iniciaram greve no início de março.
Em São Paulo, a paralisação se arrasta desde 8 de março e durará pelo menos um mês. Ontem, o sindicato dos professores, Apeoesp, decidiu manter a greve no mínimo até 8 de abril.

A categoria reivindica aumento salarial de 34,3%, incorporação de gratificações aos salários e fim da prova para professores substitutos. O governo estadual diz que só negociará após a retomada às aulas.

BRASÍLIA e RIO
Na UnB, a greve desde 9 de março envolve impasse entre professores e Ministério do Planejamento. A queda de braço é para definir o cálculo de pagamento de gratificação aos professores.

Houve reunião na última terça-feira (30), mas professores e ministério não chegaram a um consenso. A paralisação segue por tempo indeterminado.

No Rio, a quarta-feira (31) teve greve de 24 horas na rede pública estadual. Os professores fizeram protestos na praia de Copacabana e prometeram voltar às aulas nesta quinta-feira, véspera de feriado.

Os professores do Rio pedem reajuste de 26% no piso salarial. O governador Sergio Cabral se comprometeu a negociar com a categoria até o dia 15 de abril.
As informações são da Agência Brasil e de sindicatos dos professores.


Fonte:Guiadoestudante

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