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20 de março de 2009

Livros: Alêtheia expande negócio e abre livraria onde se fazia e vendia pão

Lisboa, 21 Mar (Lusa) - Uma antiga padaria na Rua do Século, ao Bairro Alto, será a partir de terça-feira próxima uma livraria Alêtheia, especializada nos livros da editora e em fundos de catálogo.


Lisboa, 21 Mar (Lusa) - Uma antiga padaria na Rua do Século, ao Bairro Alto, será a partir de terça-feira próxima uma livraria Alêtheia, especializada nos livros da editora e em fundos de catálogo.

"Uma livraria para quem gosta de ler literatura, que procura certos títulos e não o 'best-seller'", disse à Lusa Zita Seabra, uma das sócias da editora.

"Não nos interessa ter o último livro do Lobo Antunes, mas todos os livros do António Lobo Antunes", foi desta forma que Zita Seabra explicou a vocação da livraria.

O novo espaço "manterá o interior da antiga padaria, pois é essencial manter a memória e está numa zona histórica da cidade", explicou.

Localizada no nº 13 da rua do Século, a nova livraria tem uma área de 200 metros quadrados e irá concentrar todos os serviços da editora, revelando um investimento de "pouco mais de 100.000 euros".

Zita Seabra afirmou-se "confiante, dado o pelo tipo de livraria que irá ser, especializada em literatura e ensaio".

"Além do mais - acrescentou - este é um sector que não está a sentir a crise de forma tão dramática como outros".

Na nova livraria será possível encontrar os livros com chancela da Alêtheia, "títulos criteriosamente escolhidos" designadamente os clássicos, e de áreas como ensaio, política, história, religião, e ainda viagens.

"Aqui joga-se na diferença", realçou Zita Seabra que afirmou seguir o lema de Erasmo: "se tiver dinheiro compro livros e depois como".

No dia de abertura será apresentado o mais recente título da socióloga Maria Filomena Mónica, "Passaporte".

Em declarações à Lusa Filomena Mónica afirmou que foi a editora Zita Seabra que a levou a escrever este livro em que partilha com o leitor as suas reflexões sobre algumas viagens que fez entre 1994 e 2008.

Macau e Hong Kong, o bairro da Malagueira em Évora, Fátima, Oxford ou a Inglaterra literária, são alguns espaços de viagens de Filomena Mónica.


Colaborador: Rodney

Fonte: Lusa/Fim

31 de maio de 2008

Aletheia Agorah




Aletheia Agorah veio para incomodar o mundo virtual.

Os integrantes são dois: Marcos e Roberson.



São filósofos e teólogos por convicção, moram em um lugar distante da civilização, trabalham na área de ensino, porque para pagar a conta do speedy não basta saber filosofia e teologia, precisam trabalhar também, gostam de tratar de assuntos de A a Z no dia-a-dia, devido aos seus conhecimentos nestas duas áreas, eles tendem a entrar em devaneios por várias vezes ao dia. Esta amizade é de longa data desde 1999.
Os momentos no blog serão tratados da seguinte maneira: serão lançadas idéias dos dois integrantes, nem sempre irão comungar das mesmas idéias. Irão também postar materiais academicos de professores que foram acumulados em todos estes anos e matérias de sites especializados em filosofia e teologia.


O Por que Aletheia Agorah?

A palavra "aletheia" traduzindo do grego quer dizer a VERDADE, ou seja, dizer sobre o que de fato está na realidade manifesta, em oposição ao que está oculto, não manifesot e no engano; o verdadeiro é o evidente ou plenamente visível para a razão. Aristóteles, filósofo grego, propondo uma teoria da verdade, disse que a verdade é dizer sobre algo aquilo que de fato ele é, ou dizer aquilo que ele não é. Quando dizemos: a água é translúcida. Estamos falando a verdade, pois estamos dizendo da água aqui que lhe é próprio e podemos verificar experimentalmente tal qualidade. A palavra Agorah significa um espaço público na constituição da pólis, de discussão e publicação de artigos, um espaço de leitura, reflexão e aprendizado. Na Grecia era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de caráter público.